Coesão Europeia pela Modernização...
Construção do Espaço Europeu do Ensino Superior, este é o objectivo e a noção máxima que define o Processo de Bolonha. Mas aplicar este novo modelo de ensino, significa realizar várias alterações no sistema e no processo educativo vigente.
O processo de Bolonha propõem-se criar um espaço coeso, competitivo e atractivo de modo a promover a mobilidade e a empregabilidade para docentes, alunos e diplomados europeus e de países terceiros. Desde 1998, que vários países da Europa têm desenvolvido esforços neste sentido, tendo definido 2010, como a data limite para o estabelecimento desse espaço. O desafio é, como refere o Ministério da Ciência e do Ensino Superior, criar um “espaço económico mais dinâmico e competitivo do mundo baseado no conhecimento e capaz de garantir um crescimento económico sustentável, com mais e melhores empregos e com maior coesão social”.
Em todos os países membros são necessárias reformas, de modo a modernizar e simplificar o sistema de ensino superior, tais como a implementação de um sistema de créditos curriculares, novo sistema de avaliação e qualificação, programas de mobilidade durante e após a formação, adopção de um sistema baseado essencialmente em dois ciclos (licenciatura e mestrado) …
É questionável se esta meta será atingida por todos os países membros, uma vez que se verificam níveis de desenvolvimento diferentes. As opiniões dividem-se, apesar de defenderem os mesmos objectivos, alguns críticos consideram que este processo tem sido mal conduzido. Um Professor da Universidade Aberta do Porto refere que se trata “de uma questão eminentemente económica” e acrescenta que “este processo é cada vez mais político”, questionando os verdadeiros benefícios de Bolonha para Portugal.
Este processo assenta em valores tais como capital humano, empregabilidade, cidadania, diversidade cultural e religiosa, liberdade e paz, reforçando os ideais da sociedade do século XXI, marcada pelo fenómeno da globalização.
O processo de Bolonha visa que os cidadãos criem gosto pelo saber e pelo conhecimento, para que se promova o intercâmbio cultural, mas sobretudo, a coesão europeia, tendo seleccionado como veículo a reestruturação da formação.
O processo de Bolonha propõem-se criar um espaço coeso, competitivo e atractivo de modo a promover a mobilidade e a empregabilidade para docentes, alunos e diplomados europeus e de países terceiros. Desde 1998, que vários países da Europa têm desenvolvido esforços neste sentido, tendo definido 2010, como a data limite para o estabelecimento desse espaço. O desafio é, como refere o Ministério da Ciência e do Ensino Superior, criar um “espaço económico mais dinâmico e competitivo do mundo baseado no conhecimento e capaz de garantir um crescimento económico sustentável, com mais e melhores empregos e com maior coesão social”.
Em todos os países membros são necessárias reformas, de modo a modernizar e simplificar o sistema de ensino superior, tais como a implementação de um sistema de créditos curriculares, novo sistema de avaliação e qualificação, programas de mobilidade durante e após a formação, adopção de um sistema baseado essencialmente em dois ciclos (licenciatura e mestrado) …
É questionável se esta meta será atingida por todos os países membros, uma vez que se verificam níveis de desenvolvimento diferentes. As opiniões dividem-se, apesar de defenderem os mesmos objectivos, alguns críticos consideram que este processo tem sido mal conduzido. Um Professor da Universidade Aberta do Porto refere que se trata “de uma questão eminentemente económica” e acrescenta que “este processo é cada vez mais político”, questionando os verdadeiros benefícios de Bolonha para Portugal.
Este processo assenta em valores tais como capital humano, empregabilidade, cidadania, diversidade cultural e religiosa, liberdade e paz, reforçando os ideais da sociedade do século XXI, marcada pelo fenómeno da globalização.
O processo de Bolonha visa que os cidadãos criem gosto pelo saber e pelo conhecimento, para que se promova o intercâmbio cultural, mas sobretudo, a coesão europeia, tendo seleccionado como veículo a reestruturação da formação.
